FGV 75 anos: uma história de compromisso com o desenvolvimento do Brasil

Rio de Janeiro, 20 de dezembro de 1944. Com a finalidade principal de promover a formação de pessoal qualificado para a administração pública e privada, nascia a Fundação Getulio Vargas. Hoje, a instituição se orgulha não somente por cumprir com esse objetivo, mas sobretudo por estimular o desenvolvimento socioeconômico do Brasil de forma decisiva ao longo de suas sete décadas e meia de existência.

“Em 1944, com os ventos da liberdade e da democracia soprando pelo mundo todo, não podia deixar o Brasil de se modernizar. E a Fundação, criada nesse ano, teve logo de início que se adaptar à nova realidade, de que em 1945 não havia mais o Estado Novo. Isso em vez de prejudicá-la – ela havia nascido sob a proteção do governo do Estado Novo –, muito ao contrário, lhe deu um grau de liberdade muito maior. E Luiz Simões Lopes pôde chamar, independentemente de qualquer ideologia, colaboradores de todas as áreas para participar dessa grande aventura, chamada Fundação Getulio Vargas”, lembra o presidente da FGV, professor Carlos Ivan Simonsen Leal.

Essa diversidade criou uma instituição marcada pela excelência, que sobreviveu às mais diferentes adversidades políticas e econômicas que marcaram a história do país. Seja com a formação de pessoal capacitado, estudos acadêmicos, pesquisas empíricas ou projetos de assessoramento desenvolvidos por suas Escolas e Unidades ao longo dos anos, ou com atuação direta na administração pública por meio de seus ex-alunos, professores e pesquisadores, a Fundação Getulio Vargas é protagonista no desenvolvimento do Brasil.

Líder em suas áreas de atuação, suas Escolas estão nas primeiras colocações do Índice Geral de Cursos do Ministério da Educação (IGC), os cursos de graduação classificados com a nota máxima do ENADE e destaque aos programas de pós-graduação stricto sensu nas avaliações da CAPES.

Não à toa a FGV é considerada o melhor Think Tank da América Latina há uma década e ocupa a 6ª posição no ranking mundial, de acordo com o Global Go To Think Tanks Index, divulgado anualmente pela Universidade da Pensilvânia (EUA). O feito revela o êxito do esforço e do trabalho da Fundação para crescer sistematicamente no ranking e levar o Brasil a ser o único país do mundo que não faz parte do grupo das grandes nações desenvolvidas a ser representado entre os 10 melhores think tanks do mundo.

Essa história, que começou a ser escrita há 75 anos por Luiz Simões Lopes, fundador e primeiro presidente da FGV (1944-1992), hoje alcança números superlativos, que fazem da instituição referência na produção de bens públicos para o país. Atualmente, são mais de 50 índices e sondagens econômicas, grande parte deles divulgados mensalmente e com grande impacto no cotidiano das pessoas. Além disso, são mais de 2 milhões de documentos textuais e audiovisuais disponíveis gratuitamente para consulta e uma estrutura grandiosa de excelência e qualidade que abriga suas 11 Escolas e 90 centros de estudos. Seja em suas dependências ou nas de seus parceiros institucionais, leva seus cursos a mais de 90 mil alunos em mais de 100 cidades do Brasil. Internacionalmente, são mais de 200 parceiros que permitem o intercâmbio de ideias, realidades e culturas que torna o ensino oferecido pela FGV de ponta e diferenciado.

É com esse vigor que a FGV chega aos 75 anos de existência. A Fundação vive o Brasil, vive o momento do Brasil, é parte viva do Brasil.

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